Posição, não lado.
Esta edição propõe uma pausa para deliberar, limitar o poder e decidir com responsabilidade. Começamos na praça, onde a palavra encontra outras palavras; passamos às instituições, que limitam quem manda; chegamos à pessoa, que responde pela escolha.
O que chega de fora é clima: informação, pressão, convite. Chamamos de corte o intervalo em que examinamos essas influências antes de lhes dar o peso de uma decisão.
O argumento é normativo: apresenta critérios para julgar e agir. Praça e clima são imagens do ensaio. Uma conclusão sobre o funcionamento de uma plataforma exigiria dados e comparação próprios.